Mulher que colocou metanol na cerveja do marido para matá-lo em SC também botou veneno para rato na comida

  • 19/05/2026
(Foto: Reprodução)
Esposa e amante são indiciados por morte de empresário por envenenamento em SC A mulher que colocou metanol na cerveja do marido para matá-lo também botou um veneno clandestino para rato na comida e misturou soda cáustica nos remédios da vítima. As informações constam na denúncia contra ela e o amante dela feita pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A mulher, de 43 anos, e o amante dela, de 42, viraram réus na manhã desta terça-feira (19). Eles respondem pelo assassinato de Pedro Rodrigues Alves, de 54 anos. Ele morreu em fevereiro em Videira, no Oeste do estado, e era dono de uma funerária. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Os réus estão presos preventivamente. Além da condenação deles por homicídio qualificado, o MPSC pede que eles paguem R$ 100 mil de indenização por danos morais aos filhos da vítima. A defesa do réu Adilton Raulino Schardosim disse em nota que "será demonstrado no processo que a denúncia do Ministério Público não corresponde à realidade total dos fatos" (confira a íntegra no final do texto). O g1 entrou em contato com os advogados de Ana Paulo Ribeiro da Silva e não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. Mulher teria usado crise do metanol para envenenar cerveja do marido Esposa e amante são indiciados por envenenar e matar dono de funerária Empresário Pedro Rodrigues Alves era dono de uma funerária em Videira e foi assassinado em fevereiro Reprodução/Redes sociais Uso progressivo de venenos para matar empresário Durante as investigações, a Polícia Civil apurou que a esposa e o amante mantinham um relacionamento extraconjugal há mais de um ano e que agiram em conjunto para cometer o crime. Conforme a denúncia do MPSC, os dois queriam viver juntos e usufruir do patrimônio da vítima. Confira abaixo a cronologia de como agiram os réus: Janeiro - a esposa passou a colocar metanol na cerveja do empresário e misturar soda cáustica aos remédios dele. 4 de fevereiro - como o marido continuava vivo, por volta das 19h de 4 de fevereiro ela colocou o veneno clandestino de rato conhecido como chumbinho na comida dele. Horas depois, o empresário se sentiu mal e foi à Unidade de Pronto Atendimento de Videira. 5 de fevereiro - o empresário foi internado no Hospital Salvatoriano Divino Salvador, na mesma cidade. 6 de fevereiro - ele foi transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 13 de fevereiro - resultado do exame toxicológico feito no empresário apontou intoxicação por carbamato ou organofosforado. 15 de fevereiro - o empresário morreu na UTI. A Polícia Civil destacou que o "chumbinho" é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com a investigação, os dois réus tentaram apagar os vestígios físicos e digitais das ações criminosas e agiram para que a morte da vítima parecesse de causas naturais. A esposa também realizou pagamentos para um enfermeiro da UTI do hospital para receber informações privilegiadas sobre o estado de saúde da vítima durante a internação. O profissional responde administrativamente por violar as normas do hospital e o código de ética da enfermagem. Os réus respondem por homicídio com cinco qualificadoras: Emprego de veneno - já que foi ministrada ao empresário uma substância tóxica proibida; Dissimulação - já que os réus se aproveitaram da relação de confiança do empresário com a esposa; Recurso que dificultou a defesa da vítima - já que o empresário não desconfiou que estava sendo envenenado; Motivo torpe - já que os réus cometeram o assassinato para ficar com o patrimônio da vítima e continuar o caso extraconjugal; Meio cruel - já que o empresário sofreu excessivamente, sendo submetido a ventilação mecânica, hemorragias e progressivo agravamento do quadro clínico. Ela está presa em Chapecó, no Oeste catarinense, e o amante, em Palmas no Paraná. Quando interrogados pela Polícia Civil, permaneceram em silêncio. O que diz a defesa do réu Confira abaixo a nota do réu Adilton: A defesa de Adilton Raulino Schardosim respeita profundamente a dor da família da vítima e entende a comoção social. Cumpre informar que o réu ainda não foi citado oficialmente e, por isso, a defesa técnica aguarda o momento processual adequado para se manifestar. No entanto, desde já, afirma que será demonstrado no processo que a denúncia do Ministério Público não corresponde à realidade total dos fatos. A defesa confia no devido processo legal e pede que a sociedade aguarde a instrução criminal e o julgamento justo antes de qualquer condenação antecipada. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/05/19/mulher-metanol-cerveja-marido-veneno-rato-comida-videira.ghtml


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